Palmeirândia: Empresa aberta após vitória do atual Prefeito firma contratos de mais de R$ 700 mil com a Prefeitura para limpar fossas

O município de Palmeirândia vivendo sua pior história, após 08 anos de desgoverno da família Garcia, agora em meio à pandemia do novo Coronavírus que já devastou milhões de vidas pelo mundo e vem destruindo a economia global, a maior parte da população palmeirandense se encontra desempregada, muitos contam apenas com o auxílio de programas sociais do Governo Federal para sobreviver, enquanto isso a gestão do Prefeito Edilson da Alvorada assina diversos contratos de prestação de serviços um tanto suspeitos

PALMEIRÂNDIA VIVENDO A MESMA HISTÓRIA – POVO DESVALORIZADO, FORASTEIROS SUPERVALORIZADOS E CONTRATOS SUSPEITOS

Após 08 anos seguidos no comando da Prefeitura de Palmeirândia à hegemonia da família Garcia foi quebrada nas eleições municipais de 2020 pelo então candidato a época, Edilson da Alvorada. Adotando o slogan “Palmeirândia vivendo uma nova história”, e com discurso recheado de palavras de esperança, o hoje Prefeito Edilson, continua práticas desprezíveis dos seus antecessores.

PF investiga empresa que teria submetido trabalhadores maranhenses à condição análoga ao trabalho escravo

São Luís/MA – A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (7/5) a operação Finita Servus, visando combater o tráfico de pessoas e a consequente submissão destas à condição análoga à de escravo, no Maranhão e em Santa Catarina. Policiais federais deram cumprimento a cinco mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal após representação da autoridade policial, sendo dois no município de Santa Inês/MA, um em Centro Novo do Maranhão/MA, e dois em São Joaquim/SC.

Trata-se da investigação realizada pela PF sobre tráfico de pessoas. De acordo com o que foi apurado, trabalhadores oriundos do Estado do Maranhão foram aliciados, mediante fraude e abuso da condição de vulnerabilidade das vítimas, com a promessa de trabalho, alojamento e alimentação pagos pela empresa contratante, e levados ao Estado de Santa Catarina.

Ao chegarem ao destino, descobriram que foram enganados, sendo ainda obrigados a residir em alojamentos abarrotados, sem condições mínimas de viver com dignidade. Eles também tiveram parte de seu salário e documentos retidos pelos empregadores, com a justificativa de pagamento pelas despesas do período, caracterizando, assim, a tráfico de pessoas com a elementar de redução à condição análoga à de escravo.

Os investigados poderão responder por crimes de reduzir alguém a condição análoga à de escravo (Art. 149 do CPB) e de tráfico de pessoas (Art. 149-A, II do CPB), dentre outros, podendo as penas somadas chegarem a 16 (dezesseis) anos de reclusão e multa.